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| Autor | FARIAS, FLÁVIO B. DE |
|---|---|
| Editora | CORTEZ |
| Ano de Edição | 2000 |
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Sinopse
Em geral, a razão positivista da escola da regulação é o contrário da lógica dialéctica gramsciana. Em particular, no exame das relações actuais entre o Estado e o capital, a primeira abordagem conserva os velhos dualismos metodológicos (teoria – prática, unidade – luta) e espaciais (oriente – ocidente, centro – periferia); a segunda abordagem busca compreender e superar o estado de coisas presente, no seu todo contraditório. No sentido próprio, considerar as mediações estatais e contratuais como ” reguladoras” não significa aderir ao projecto radical gramsciano, mas ao projecto reformista social-democrata, que visa eternizar o compromisso de classe.
Detalhes
| Autor | FARIAS, FLÁVIO B. DE |
|---|---|
| Editora | CORTEZ |
| Ano de Edição | 2000 |
DO autor
LITERATURA DE RELAÇÕES PÚBLICAS (A): PRODUÇÃO, CONSUMO E PERSPECTIVAS
GLOBALIZAÇÃO E O ESTADO COSMOPOLITA (A): AS ANTINOMIAS DE JÜRGEN HABERMAS
COMO A MEDITAÇÃO PODE (OU NÃO) MUDAR A S
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