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| Autor | EDGARDO, Xavier |
|---|---|
| Editora | MODOCROMIA |
| Ano de Edição | 2019 |
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Sinopse
[…]
Num registo lírico e confessional, estamos perante um cântico na periferia do corpo, esse lugar onde urge, mais do que lamber as chagas, lamber a lâmina. Se o acto anterior ao acto de escrever foi água espessa, a vida transmutada nos poemas apresenta-se-nos agora com a leveza dos versos para acender nas mãos trémulas o desejo.
Cada um dos poemas que compõem esta magnífica obra,
de singular beleza no seu onírico e poético universo, é um
convite ao seu mundo interior, por conhecer. Palavras de
líbido e de seiva debruçadas sobre a magna certeza de que
apenas se perde o que se tem. Perda? Não. Antes o regresso ao rio do silêncio, ao rio de sangue… no grácil voo raso de se dizer. Sem sombra de dúvida, estamos perante uma safra de versos que, através dos meandros da sua insularidade, nos oferece a generosa taça de um acento vermelho.
[…]
Na escrita de Edgardo Xavier o poeta tolera-se pois escrever é sempre uma dúctil queda como forma mais perfeita de ganhar voo. Toda a sua lavra é expressão de uma nudez aflita com a qual se encobre, numa timidez despudorada, buscando o clímax do verso derradeiro e, com ele, o temporário sossego. Ama-me como se, estranho, não fosse eu.
À boca da noite, ei-lo descrito como se fosse um rio ainda
por beber ou o sumo viscoso dos sons para que a duração
noturna mais vermelha se revele; proclamando a desafiante
e óbvia poéticofagia; com todos os vagares, com todos os
vogares que apenas a poesia urgente, depurada e incerta,
nos oferece;
Amor?
Estou.
Sou na tua pele a mansa mão da tarde,
o calor que corre,
a ideia que fica à porta da tua sensualidade.
Olhar-te me chega.
Encho de ti os olhos
e sinto-me sereno como um lago.
Do prefácio de Manuel Neto dos Santos
Detalhes
| Autor | EDGARDO, Xavier |
|---|---|
| Editora | MODOCROMIA |
| Ano de Edição | 2019 |
DO autor
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