10% de desconto

JÚLIO POMAR: O PINTOR NO TEMPO

de

IRENE FLUNSER PIMENTEL
REF: 9789898834942 Categoria:

Informação adicional

Autor

IRENE FLUNSER PIMENTEL

Editora

DOCUMENTA

Ano de Edição

2018

O preço original era: 16,00 €.O preço atual é: 14,40 €. (IVA incluído)

Esgotado

Portes de envio fora de Portugal Continental

Açores e Madeira: 10€ (portes grátis, para compras acima de 40€)
União Europeia (inclui Suíça e Reino Unido): 10€ + 5€ por livro adicional
Resto do Mundo: 20€ + 10€ por livro adicional

Sinopse

O que aqui se pode ler é assim uma descrição dos contextos político, social e cultural da vida de Júlio Pomar, dando importância às suas facetas de crítico e historiador e teorizador da arte. [Irene Flunser Pimentel] O convite à historiadora Irene Flunser Pimentel [] ambicionava apenas que a autora se dispusesse a partilhar, em modo oral, como numa conferência ou conversa informal, aspectos sobre o modo como se exerciam a censura e repressão, conducentes a diversos «apagamentos históricos», sobre os quais se desconhece, em concreto, o modo como aconteciam. Dada a extensão e profundidade da investigação que se materializou em vertente escrita, o Atelier-Museu convidou Irene Flunser Pimental a publicar o seu estudo, que teve como ponto de partida a figura de Júlio Pomar, aspirando assim contribuir para dar a compreender estes processos históricos, de apagamento e distorção, postos em prática pelos regimes de repressão quase sempre através de canais invisíveis, e que não raras vezes continuam a efectivar-se por outras vias, nomeadamente o silêncio a que são votados certos assuntos incómodos ou pouco consensuais. [Sara Antónia Matos] Da polícia política da ditadura sentiu a mão longa repressiva, mas como ele próprio diria, «não muito», pois cedo teve de ganhar a vida produzindo e lucrando com o facto de pertencer à pequeníssima elite artística portuguesa e ser reconhecido como tal. [] Júlio Pomar sentiu as contradições que todos os que faziam parte do seu meio cultural e político sentiram, querendo «chegar ao povo» e transformar a situação política, mas sem que a sua arte, o seu trabalho, fosse consumida pelos trabalhadores, mas por quem tinha dinheiro para a comprar. Mas Júlio Pomar sentia-se bem no seio da contradição, guardando do seu pensamento inicial marcado pelo hegelianismo e pelo marxismo a ideia de que da tese e da antítese resultaria uma síntese. [Irene Flunser Pimentel]

Detalhes

Informação adicional

Autor

IRENE FLUNSER PIMENTEL

Editora

DOCUMENTA

Ano de Edição

2018

Avaliações

Adicionar uma avaliação
Deves ter sessão iniciada para publicar um avaliação. Iniciar Sessão
0,0
Como base em 0 avaliações
5 estrelas
0%
4 estrelas
0%
3 estrelas
0%
2 estrelas
0%
1 estrela
0%
Desculpe, não há avaliações que correspondam às suas seleções atuais.