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| Autor | IRENE LISBOA |
|---|---|
| Editora | EDITORIAL PRESENÇA |
| Ano de Edição | 1998 |
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Sinopse
Publicado em 1958, ano da morte da autora, pela Portugália, «Título Qualquer Serve» de Irene Lisboa é uma das suas mais emblemáticas obras no que se refere ao grau de depuração da escrita e à hábil captação da fluidez do instante do fragmento. De estrutura aparentemente semelhante à que obedecem todas as suas outras obras, pautadas por narrativas curtas, «Título Qualquer Serve» tem contudo uma arquitectura circular marcada pela unidade temática e pela presença da mesma voz narrativa, o que completa um círculo perfeito entre o primeiro e o último texto revelando, curiosamente, durante esse percurso uma sucessão de acontecimentos passíveis de alterar a rota que posteriormente é retomada. Dona de uma escrita de estilo cursivo caracterizado por uma caligrafia rápida e muito reveladora da variedade dos movimentos de consciência, Irene Lisboa conta-nos a história (plena de grandes dramas subterrâneos) de uma mulher só, rodeada de elementos e personagens já conhecidos de outros livros da autora, como sejam, respectivamente: o riso interior, a mudança do ritmo lento do pensar para o da atenção à água que ferve, por exemplo, a porteira, o Evaristo e a Mulher, a Celestina, a sardinheira a florir de novo, etc. Mas sob esta ilusória semelhança esconde-se todo um outro recorte e tratamento das temáticas e sujeitos, o que não deixa de indiciar a modernidade estílistica da autora. Tal como afirma Paula Morão, prefaciadora e organizadora das obras de Irene Lisboa: … o que se conta é uma história sem fim, não importa muito que se lhe encontre um título definitivo ou uma forma narrativa completa, longa, composta e una; por detrás da autodenegação, esconde-se ainda o tempo: nada está acabado, e no entanto tudo morreu lá atrás, num tempo longínquo e tão avassaladoramente próximo, impossível de sepultar.
Detalhes
| Autor | IRENE LISBOA |
|---|---|
| Editora | EDITORIAL PRESENÇA |
| Ano de Edição | 1998 |
DO autor
APONTAMENTOS
UMA MÃO CHEIA DE NADA OUTRA DE COISA NENHUMA
O POUCO E O MUITO
SOLIDÃO II
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