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BIBLIOTECA DE BABEL8: A CARTA ROUBADA

de

EDGAR ALLAN POE
REF: 9789722339483 Categoria:

Informação adicional

Autor

EDGAR ALLAN POE

Editora

EDITORIAL PRESENÇA

Ano de Edição

2016

O preço original era: 7,50 €.O preço atual é: 6,75 €. (IVA incluído)

Esgotado

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Sinopse

Escritor prolífico, onde encontramos géneros como a poesia, o romance e contos, segundo Jorge Luís Borges é no fantástico que a veia artística de Edgar Allan Poe proporciona um verdadeiro deslumbramento aos leitores. Depois de enviuvar, procurou a intimidade de outras mulheres, que lhe inspiraram composições poéticas inesquecíveis. Em A Carta Roubada, o director da colecção «A Biblioteca de Babel» seleccionou as suas composições mais apaixonadas. No universo de A Carta Roubada, um narrador sem nome encontra-se com o famoso detective parisiense Auguste Dupin, com quem discute o seguinte caso: uma carta, cujo conteúdo seria muito comprometedor se revelado, foi roubada dos aposentos privados da rainha. A Verdade sobre o Caso de M. Valdemar fala sobre a tentativa de hipnose de um indivíduo a quem os médicos tinham diagnosticado tuberculose, sem familiares, ou qualquer ligação terrena. O hipnotizador e o hipnotizado acordaram assim que a experiência teria lugar vinte e quatro horas antes do óbito. Em Manuscrito Encontrado numa Garrafa, o navio Batavia é atingido por uma onda gigante. Os únicos que se mantêm a bordo são o narrador e um sueco, mas um ciclone arrasta-os para Sul e eles acabam por embater contra um galeão. Apenas o narrador consegue subir a bordo do galeão, mas a tripulação é extremamente envelhecida e não o consegue ver. O narrador entra no compartimento do comandante e rouba alguns escritos deste. O Homem da Multidão observa da janela interior do seu hotel, em Londres, a multidão que vagueia apressadamente nas ruas, fitando-se em pormenores como as vestimentas, cabelos, portes e fisionomias. A seguir aos aglomerados na rua, a sua atenção concentra-se nos empregados, jogadores, vendedores ambulantes, mendigos. Já a noite ia alta quando vislumbrou um semblante que o fascinou. E foi então que resolveu segui-lo aonde quer que fosse. Sentir-se-ia menos solitário se o conhecesse? Em Poço e o Pêndulo um homem é sentenciado à morte mas antes disso ainda passa pela fase da inquisição. Já extenuado, amarrado e a desfalecer, é-lhe permitido que se sente numa cadeira. Num estado de delírio vislumbra juízes e sente o descer da alma até aos infernos. Prisioneiro durante a Inquisição Espanhola irá ainda conhecer várias torturas.

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EDGAR ALLAN POE

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EDITORIAL PRESENÇA

Ano de Edição

2016

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