de
| Autor | MARGARIDA, SANTOS |
|---|---|
| Editora | MODOCROMIA |
| Ano de Edição | 2025 |
40,00 € O preço original era: 40,00 €.36,00 €O preço atual é: 36,00 €. (IVA incluído)
Portes de envio fora de Portugal Continental
Açores e Madeira: 10€ (portes grátis, para compras acima de 40€)
União Europeia (inclui Suíça e Reino Unido): 10€ + 5€ por livro adicional
Resto do Mundo: 20€ + 10€ por livro adicional
Sinopse
Mulher. O teu refúgio: Fenda Materna… de onde me olhas… Há vidas que se esculpem como se fossem matéria, que se modelam, persistentes, como o barro paciente que aguarda a transfiguração do fogo, vidas onde cada instante é um gesto depurado rumo ao essencial. A vida de Margarida Santos é uma dessas vidas. Uma vida que se fez da fidelidade ao ofício e à beleza, à forma e à substância, na confluência rara entre o Ser e o Fazer. Desde muito cedo — quem sabe se ainda antes de nomear o mundo com palavras — escolheu falar com as mãos, como quem resgata da terra a memória da sua própria carne, como quem entende o corpo não apenas enquanto forma visível, mas enquanto expressão íntima do sentir e do transcender. Margarida Santos é mulher de pedra e bronze, de barro e silêncio, de memória e fogo. Não porque se tenha furtado às palavras (basta percorrer a sua obra escrita para o sabermos), mas porque cedo compreendeu que há realidades, há emoções e sentidos que não se dizem por nomeações literais. Exigem o peso da mão, o tacto sensível da superfície, a pulsão da curva, o delinear da ondulação, o estremecimento da matéria viva que se entrega à alquimia do gesto. Por isso, a sua escultura não é arte que se exponha apenas: é Arte que convoca! Que chama, que solicita do olhar a lentidão da contemplação e do sentir a disponibilidade para se deixar tocar. As suas mulheres de bronze — corpos emergentes de uma ancestralidade quase mítica — trazem consigo a memória do feminino enquanto lugar de criação e resistência, enquanto espaço fundacional do mistério da vida. São corpos que, na sua nudez formal, nada têm de provocação fútil ou de exibição gratuita. Antes, guardam a nobreza do arquétipo e a humildade do corpo terreno. Corpos que parecem interrogar-nos, lembrar-nos que também somos barro, que também somos bronze por dentro: frágeis, mas duráveis; vulneráveis, mas persistentes. […] In prefácio J. M. Vieira Duque, Conservador do Museu Fundação Dionísio Pinheiro e Alice Cardoso Pinheiro
Detalhes
| Autor | MARGARIDA, SANTOS |
|---|---|
| Editora | MODOCROMIA |
| Ano de Edição | 2025 |
DO autor
O MENINO QUE EVOLUIU COM MÉRITO
POEMAS DE VIDA E DE FÉ
PADRE ADELINO AMÉRICO LOURENÇO
O QUE É SER CATÓLICO?
Da mesma temática
A RELIGIÃO NO ROMANCE PORTUGUÊS DO SÉCULO XVIII
ANDEBOL ECOLÓGICO – UM MODELO ALTERNATIVO PARA A APRENDIZAGEM
BY THE POOR FOR THE POOR
SERVIÇOS PÚBLICOS ESSENCIAIS: A ARQUITETURA JURÍDICA DO CATIVEIRO
UM LUGAR PERFEITO PARA AS EMOÇÕES
AÇUDE
PATRULHA PATA – O MEU PRIMEIRO PROCURA E DESCOBRE
FOFO E CONFORTÁVEL
Avaliações
| 5 estrelas | 0% | |
| 4 estrelas | 0% | |
| 3 estrelas | 0% | |
| 2 estrelas | 0% | |
| 1 estrela | 0% |