de
| Autor | MANUEL RUI |
|---|---|
| Editora | GUERRA E PAZ |
| Ano de Edição | 2017 |
14,00 € O preço original era: 14,00 €.12,60 €O preço atual é: 12,60 €. (IVA incluído)
Esgotado
Portes de envio fora de Portugal Continental
Açores e Madeira: 10€ (portes grátis, para compras acima de 40€)
União Europeia (inclui Suíça e Reino Unido): 10€ + 5€ por livro adicional
Resto do Mundo: 20€ + 10€ por livro adicional
Sinopse
Vamos voltar a 1966. Em Inglaterra, Portugal vai entrar em campo para jogar com a Coreia do Norte. O pé de Eusébio vai pisar daqui a nada a relva. Mas não é para Inglaterra que este livro do angolano Manuel Rui nos leva. É mesmo para Angola, para uma solitária estrada de Angola. Está Eusébio a entrar em campo e está um camião em viagem. Saído do Lubango, Sá da Bandeira colonial, por uma estrada de Angola vai um camião sem auto-rádio. É dia 23 de Julho de 1966, um sábado. Um camionista fala com o pendura a quem deu boleia. Fala de Eusébio, do que espera de Eusébio, da forma como mitifica Eusébio. E falando de Eusébio, fala dos seus preconceitos, dos seus medos, da estranheza das outras raças. Em Inglaterra, Eusébio está em campo e Portugal joga contra a Coreia do Norte. O camionista acelera, quer saber o resultado na primeira tasca de estrada que apanhe. Vai num alvoroço patriótico. Quer a glória desportiva. E, no entanto, espera-o um resultado desencantado. Para ele, kaputo camionista, um resultado humilhante. Poderá o mito de Eusébio resistir ao choque? Manuel Rui, com uma mestria insuperável, com um camião, Botija ao volante, e Tó-Tó, à boleia, sentado ao seu lado, escreve uma ficção encantatória, uma pequena novela. Com o espírito de Eusébio a cobrir Angola como um véu de amargura, de redenção e, talvez, de glória, resgatando, golo a golo, uma pátria triste. A esta sua quase épica ficção, Manuel Rui quis juntar o prefácio de David Borges, e textos de Carla Ferreira, filha de Eusébio, de Boaventura Sousa Santos, José Jorge Letria, e outros amigos. Um livro tão original que até Boaventura Sousa Santos confessa a Manuel Rui: «os sociólogos não sabem andar de boleia».
Detalhes
| Autor | MANUEL RUI |
|---|---|
| Editora | GUERRA E PAZ |
| Ano de Edição | 2017 |
Da mesma temática
A RELIGIÃO NO ROMANCE PORTUGUÊS DO SÉCULO XVIII
ANDEBOL ECOLÓGICO – UM MODELO ALTERNATIVO PARA A APRENDIZAGEM
BY THE POOR FOR THE POOR
SERVIÇOS PÚBLICOS ESSENCIAIS: A ARQUITETURA JURÍDICA DO CATIVEIRO
UM LUGAR PERFEITO PARA AS EMOÇÕES
AÇUDE
PATRULHA PATA – O MEU PRIMEIRO PROCURA E DESCOBRE
FOFO E CONFORTÁVEL
Avaliações
| 5 estrelas | 0% | |
| 4 estrelas | 0% | |
| 3 estrelas | 0% | |
| 2 estrelas | 0% | |
| 1 estrela | 0% |