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| Autor | ANTÓNIO JOÃO |
|---|---|
| Editora | COLIBRI |
| Ano de Edição | 2025 |
18,00 € O preço original era: 18,00 €.16,20 €O preço atual é: 16,20 €. (IVA incluído)
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Sinopse
A escassez de trabalhos que reflitam sobre a especificidade das vivências homoafetivas entre indivíduos anónimos em Portugal ao longo de um período em que tal era considerado crime, tornou este estudo necessário. Muito embora a medicalização da homossexualidade e a criminalização das práticas sexuais homossexuais tenham antecedido, no tempo, o período em que vigorou a ditadura do Estado-Novo, o presente trabalho visa, em particular, esse período historiográfico. No entanto, e para uma mais bem conseguida contextualização, são referidos os momentos-chave em torno da criação da figura da/do homossexual, anteriores ao período do Estado-Novo e, igualmente, esmiuçadas as implicações que outros modelos relacionais entre pessoas do mesmo sexo anteriores tiveram sobre ela.
Para a compreensão das idiossincrasias destas corporalidades a análise debruçou- se em particularidades como o dia a dia desses corpos, as suas linguagens ocultas e maneiras de comunicarem entre si; é também analisada a sua auto-perceção, as suas fugas e os seus encontros com a sua própria identidade que se vinha desenhando através da congregação do par poder-saber.
Assim, e para que essas realidades possam ser entendidas, processos relativos a indivíduos homossexuais existentes em três arquivos concretos (Arquivo da Polícia Judiciária de Lisboa, Arquivo Histórico da Direção Geral dos Serviços Prisionais de Lisboa e Arquivo Histórico Militar) são alvo de análise. Os arquivos serão lidos a contrapelo, pondo os fantasmas e os seus muitos silêncios em diálogo permanente com o momento presente; esses processos ajudarão a melhor entender a forma como a criminalização desses sujeitos se deu em Portugal durante o período em questão.
Hoje, importa pensar no peso que permanece nos muitos e diferentes corpos da figura da homossexualidade, fruto de uma época em que eram oficialmente perseguidos. Importa pensar, também, em novas formas de resistir, e em novas formas de existir. A multidão queer assume, a este respeito, um papel de grande relevo.
Detalhes
| Autor | ANTÓNIO JOÃO |
|---|---|
| Editora | COLIBRI |
| Ano de Edição | 2025 |
DO autor
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