de
| Autor | IRENE FLUNSER PIMENTEL |
|---|---|
| Editora | DOCUMENTA |
| Ano de Edição | 2018 |
16,00 € O preço original era: 16,00 €.14,40 €O preço atual é: 14,40 €. (IVA incluído)
Esgotado
Portes de envio fora de Portugal Continental
Açores e Madeira: 10€ (portes grátis, para compras acima de 40€)
União Europeia (inclui Suíça e Reino Unido): 10€ + 5€ por livro adicional
Resto do Mundo: 20€ + 10€ por livro adicional
Sinopse
O que aqui se pode ler é assim uma descrição dos contextos político, social e cultural da vida de Júlio Pomar, dando importância às suas facetas de crítico e historiador e teorizador da arte. [Irene Flunser Pimentel] O convite à historiadora Irene Flunser Pimentel [] ambicionava apenas que a autora se dispusesse a partilhar, em modo oral, como numa conferência ou conversa informal, aspectos sobre o modo como se exerciam a censura e repressão, conducentes a diversos «apagamentos históricos», sobre os quais se desconhece, em concreto, o modo como aconteciam. Dada a extensão e profundidade da investigação que se materializou em vertente escrita, o Atelier-Museu convidou Irene Flunser Pimental a publicar o seu estudo, que teve como ponto de partida a figura de Júlio Pomar, aspirando assim contribuir para dar a compreender estes processos históricos, de apagamento e distorção, postos em prática pelos regimes de repressão quase sempre através de canais invisíveis, e que não raras vezes continuam a efectivar-se por outras vias, nomeadamente o silêncio a que são votados certos assuntos incómodos ou pouco consensuais. [Sara Antónia Matos] Da polícia política da ditadura sentiu a mão longa repressiva, mas como ele próprio diria, «não muito», pois cedo teve de ganhar a vida produzindo e lucrando com o facto de pertencer à pequeníssima elite artística portuguesa e ser reconhecido como tal. [] Júlio Pomar sentiu as contradições que todos os que faziam parte do seu meio cultural e político sentiram, querendo «chegar ao povo» e transformar a situação política, mas sem que a sua arte, o seu trabalho, fosse consumida pelos trabalhadores, mas por quem tinha dinheiro para a comprar. Mas Júlio Pomar sentia-se bem no seio da contradição, guardando do seu pensamento inicial marcado pelo hegelianismo e pelo marxismo a ideia de que da tese e da antítese resultaria uma síntese. [Irene Flunser Pimentel]
Detalhes
| Autor | IRENE FLUNSER PIMENTEL |
|---|---|
| Editora | DOCUMENTA |
| Ano de Edição | 2018 |
DO autor
DO 25 DE ABRIL DE 1974 AO 25 DE NOVEMBRO DE 1975 – EPISÓDIOS MENOS CONHECIDOS
RELAÇÕES PERIGOSAS
FOTOBIOGRAFIAS DO SÉCULO XX – JOSÉ AFONSO
HOLOCAUSTO
Da mesma temática
HISTÓRIA CONCISA DA UNIÃO EUROPEIA
AS RAZÕES DA HISTÓRIA
50 ANOS DE EDUCAÇÃO SEXUAL E CONTRACEPÇÃO EM PORTUGAL
ABC DE FERNANDO PESSOA
PORTUGAL E O OCIDENTE
ALEXANDRIA
FACES DE EVA
NOVAS QUESTÕES DA EDUCAÇÃO EM LÍNGUAS
Avaliações
| 5 estrelas | 0% | |
| 4 estrelas | 0% | |
| 3 estrelas | 0% | |
| 2 estrelas | 0% | |
| 1 estrela | 0% |