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| Autor | JOAQUIM PESSOA |
|---|---|
| Editora | LITEXA |
| Ano de Edição | 2011 |
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Sinopse
«Determo-nos em “Ano Comum” é irmos ao encontro dum projecto de modelação do humano em comprometimento com o mundo, projecto que Joaquim Pessoa urde há quase quarenta anos. Tendo a escrita como forma de experiência do mundo e atrevimento sobre o mundo, a palavra de Joaquim Pessoa revela a consciência no real, motivando uma poesia de engendramento antropológico, social e politico, num pacto solar e apolíneo com a vida, solitário e fraterno: “convoco a vida para a tua vida. Convoco a tua vida para a minha vida. E convoco as nossas vidas para todas as vidas que soubermos convocar.” () Em Joaquim Pessoa, “tudo é material de poesia”, porque as palavras dos poetas juntam-se a outras palavras para procurarem um caminho, e porque “o azul tem sempre a cor que nós quisermos.”. Todavia, na obra do autor, há aqueloutro Tudo unificador, onde se reúnem todas as outras coisas: o Amor, “sempre o amor, sempre o soluçante líquido da vida”, na formulação de Walt Whitman, o amor cujo mel “tem o esforço da abelha”, e que, ávido, pede para ser construído todos os dias ou dito assim em Ano Comum: “Tenho sede quando te beijo. Quando não te beijo tenho sede.” () “Sou apenas um escritor. Um cultivador. Um jardineiro. Um florista. A minha felicidade flutua entre o estrume que deponho na raiz das palavras e o aroma que me excita quando acabo de as colher”, diz-nos o eu numa sábia relação com o mundo empírico que o suporta para definir o seu lugar no Mundo, ao mesmo tempo que, aludindo à imortalidade dos escritores, se projecta na eternidade: a sua idade “é a mesma do lobo, do alce, da andorinha”, que não conhecem o tempo, não conhecem a morte e por isso são imortais: “E não sei que idade tenho. Talvez sessenta anos. Talvez o tempo do amor. Ou o tempo que falta para salvar o amor.”» Teresa Sá Couto
Detalhes
| Autor | JOAQUIM PESSOA |
|---|---|
| Editora | LITEXA |
| Ano de Edição | 2011 |
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