de
| Autor | ALEXANDRE MELO |
|---|---|
| Editora | DOCUMENTA |
| Ano de Edição | 2016 |
15,00 € O preço original era: 15,00 €.13,50 €O preço atual é: 13,50 €. (IVA incluído)
Esgotado
Portes de envio fora de Portugal Continental
Açores e Madeira: 10€ (portes grátis, para compras acima de 40€)
União Europeia (inclui Suíça e Reino Unido): 10€ + 5€ por livro adicional
Resto do Mundo: 20€ + 10€ por livro adicional
Sinopse
Um espectro assola a Europa e o mundo: o espectro da crise. Há uma espécie de horror à palavra «crise». [] A realidade é que só há, sempre e só, crise. A vida é liberdade. A liberdade é luta pela liberdade porque (todos?) os seres humanos querem aquilo que querem e para poderem tentar obter aquilo que querem precisam de liberdade e por isso lutam pela liberdade para poderem lutar por aquilo que querem. A menos que não queiram nada ou nunca tenham pensado no assunto, o que torna a vida (ou seja a luta, a crise) mais fácil para os outros. Mas é difícil encontrar pessoas que pelo menos não queiram respirar, comer, beber, coisas de cariz sexual [] e ainda mais algumas coisas. As consequências do facto de a vida social dos seres humanos ser o conjunto das acções das pessoas empenhadas em fazer aquilo que querem são igualmente evidentes. Não é possível todas as pessoas fazerem tudo o que querem porque muitos não sabem o que querem (a cabeça é fraca, ou seja, o sistema nervoso humano é muito complexo) e porque essa imensidade de coisas queridas pelas pessoas contém uma imensidade de desejos incompatíveis. Por isso a vida é liberdade. A liberdade é luta. A luta é crise. O «capital» é a liberdade. A «luta de classes» é liberdade. O problema é a definição de «classe», mas esse é um outro problema. Transferindo estas reflexões singelas para o terreno da economia e do pensamento económico a constatação primordial é igualmente simples. As pessoas tendem a querer mais, embora seja sempre bem vindo, até pela sua raridade, o contributo (cristão?) daqueles que por ventura já estejam satisfeitos, ou queiram menos ou nada. [] Todos querem mais. «Everybody wants money. That’s why they call it money». «Não há dinheiro. Qual das palavras desta frase é que não percebem?». Não há nem nunca vai haver dinheiro que chegue. Para designar todas estas coisas óbvias utilizam-se, segundo as diferentes tradições do pensamento económico dos séculos passados, palavras e expressões como «liberdade de escolha», «luta de classes» ou «capital». São sinónimos e designam apenas a evidência do facto de a vida económica ter a forma de crise. Só há crise. [Alexandre Melo]
Detalhes
| Autor | ALEXANDRE MELO |
|---|---|
| Editora | DOCUMENTA |
| Ano de Edição | 2016 |
DO autor
AUGUSTA
CÚMPLICE DOS ARTISTAS
ARTE E PODER NA ERA GLOBAL
SISTEMA DA ARTE CONTEMPORÂNEA
Da mesma temática
PAIS NOSSOS: CONVERSAS SOBRE PATERNIDADE
O PROCESSO CIVILIZACIONAL DA TOURADA
UMA DRAMATURGIA DA VIOLÊNCIA: OS FILMES DE JOÃO CANIJO
MÉDICOS, DOENÇAS E DOENTES
THE BAZAAR OS ISFAHAN
ESFERAS DA INSURREIÇÃO: NOTAS PARA UMA VIDA NAO CHULADA
ENGULA ESSE SAPO!
ARTE DO GAMANÇO (A)
Avaliações
| 5 estrelas | 0% | |
| 4 estrelas | 0% | |
| 3 estrelas | 0% | |
| 2 estrelas | 0% | |
| 1 estrela | 0% |